Problemas do oriente Médio
chegam à Foz
Calcanhar de Aquilis do mundo causa calo na Cidade
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Era inevitável. Com uma população semita que beira os 30 mil habitantes, entre legais e ilegais, Foz do Iguaçu está prestes a estourar a bolha do seu calo.
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Com a instabilidade política no Libano sem presidete há 4 meses e agravada ainda mais após a morte do terrorista Imad Mughniyah, um dos líderes do Hezbollah, do estado palestino, mais fictício que papai noel, o Irã sob ameaça americana e a polícia religiosa da Arábia Saudita proibindo a venda de tudo o que é vermelho sob a alegação de incitar o erotismo, Foz do iguaçu ve emergir um movimento pela autonômia das regiões árabes da cidade.
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Vila Portes, Jd. Central, Partes do Centro com o apoio da comunidade de Ciudad del Leste, emitiram nota em conjunto afirmando o desejo de secção. Autoridades iguaçuenses reunidas no Palácio Cataratas com a Inteligencia da Guarda Municipal se movem nos bastidores para evitar a intifada arabe-iguaçuense.
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Mesquita de Foz: JD. Central seria a Capital dos Territórios Arabe-Iguaçuense
Segundo fontes do Journal, o primeiro passo seria a Guarda não entrar em conflito direto com os insurgentes árabes. A ordem que partiu do Presidente da Cidade, Paulo Burguer king, seria armar os traficantes e contrabandistas do Jupira, fazendo com que a GM tenha um papel secundario, indireto mas essêncial na luta pela união territorial da Cidade.
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A ajuda pedida pelo porta-voz de Foz às autoridades Israelenses, especialmente o Mossad, foi negada pelo presidente Matisyahu, ex cantor de raggae. Segundo ele, a criação de um estado Palestino-Arabe ou qualquer outro nome que tenha, é justo em qualquer parte do mundo, menos no Oriente Médio.
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Sem o apoio de nenhum outro país, Foz do Iguaçu usa os últimos índices homicídios na cidade ao seu favor. Soldados para a Guarda Municipal já estão sendo recrutados no Porto Meira, Três Lagoas e Cidade Nova.
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É a luta da terra das aguas para não se converter numa terra de sangue.
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