quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Comunidade

Inaugurado segundo asilo
gay do mundo em Foz do Iguaçu
Conceito "Gay Friendly" chega com força total à Cidade
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"Meu filho não vem me visitar"...."Nessa altura da vida, amor, sexo e rock´n´roll é mais difícil que contar os pelos do nariz"..."eu tinha um amigo. Nós brincávamos de boneca e papai-papai. Hoje não podemos fazer nada mais além de trocar receitas pra reumatismo"...
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Isso é o que se ouve pelos corredores do Lar dos Velhinhos, asilo de Foz do iguaçu. Sob um ar de urina de doer o coração, a reportagem se encontrou com Setembrino Pícollini e João Sebastião Silveira, 75 e 76 anos respectivamente. Essa afirmações foram ditas com vozes calmas, meio desanimadas, trêmulas e sem perspectivas. Agora essa realidade começa a mudar.
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Setembrino e João Sebastião: Amor de décadas agora revelado da cintura pra baixo

Depois que uma pesquisa do instituto Priscilla.Org (asmo) cosntatou que 75% dos velhinhos do lugar são gays, não demorou muito para que os representantes da Organização Village fizessem uma oferta de reestruturação do Lar dos Velhinhos.

Após a conclusão do primeiro asilo gay do mundo em Berlin, Alemanha, o Grupo Village entregou à baixa câmara o projeto que prevê a ampliação do asilo de Foz com construção de mais dois pavimentos, sauna, piscina de hidromassagem, academia, piscina semi-olímpica, bar, espaço cultural e uma boate com três pistas.

Numa parceria com a Fundação Elton John, ele terá sua conclusão está prevista para junho deste ano. "É uma grande conquista para Foz. Em vez de trevas, os velhinhos terão uma melhor perspectiva da vida sob a luz do arco-íris" diz Cristian Hamm, respresentante do Village.

As dimensões do asilo foram contestadas no início pela Camara de vereadores de Foz, mas logo foram arrebatadas pelos argumentos do grupo Dentadura e Liberdade que disseram que, o novo asilo, terá grande valia para os idosos gays de todo o Oeste do Paraná.

"A vida inteira peguei na enxada filho. Agora tenho a chance de fazê-lo novamente, mas num ambiente climatizado e agradável" diz Antonino Schneider agricultor de Cascavel que depois de 75 anos na roça, arrumou as malas em direção à Foz. "Viva a liberdade!", conclui Schneider._

Schneider rumando para Foz: "Viva a Liberdade"
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Foz recebe com excitação também o conceito do turismo "gay-friendly". Sucesso ao redor do mundo, essa nova cara do turismo, que é nada mais que amigável aos gays, traz um novo panorama para os idosos e para a cidade.
Sufocada pela escuridão do turismo muambeiro a cidade vê agora a esperança na bandeira de sete cores. São as boas vindas ao dinheiro alegre e a uma economia menos medíocre.

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