Os Estados Unidos nunca se sentiram tão vulneráveis. Em mais de um século de hegemonia global, somente um homem pode quebrar o flagelo dos que se sentiam servos do império americano.
Quatro aviões puseram a prova à segurança nacional da superpotência matando mais de três mil pessoas. Desde então rumores nos corredores da Casa Branca apontavam para um inimigo até então pouco conhecido. A Al Qaeda.
Um dos 659 filhos de um rico empresário do ramo da construção civil na Arábia Saudita foi identificado pelo serviço secreto americano como o mentor e líder dos ataques.Desde então, a sua cabeça passou a ser questão de honra para o EUA.
Após a Invasão no Afeganistão, no Iraque e em Foz do Iguaçu, a comunidade internacional subestimava a os esforços do pentágono na caça a Osama.
Milhares de mortes depois e numa conjuntura de logística e inteligência entre a Cia, O FBI, Warner Bros, Disney, Columbia Trystar e a Nasa, os Estados Unidos voltaram à cena internacional com a razão que sempre afirmou ter.
Numa entrevista coletiva em Cabo Caneveral, a porta voz da Casa Branca Sandra Bullock, afirmou que a conjuntura americana localizou e prendeu Osama Bin Laden. Segundo Sandra, ele foi avistado pela sonda Spirit em Marte, numa zona denominada New Washington, sentado e pensativo, supostamente planejando uma nova série de atentados. “A sonda estava armada e deu voz de prisão a Osama que não resistiu e foi levado à Estação Internacional de onde será transferido para penitenciária de segurança máxima Oz”.
Osama em Marte. Segundo a Casa Blanca ele planejava jogar um meteorito sobre os EUA

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